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Palavras-chave: Indisciplina, Inspetor Escolar, Conhecimento. A indisciplina na universidade tem sido questão amplamente debatido pelos profissionais nela inseridos. Por Que é Tão Relevante? norteia todo o descontentamento com a educação, provocando desdém, aliada a falta de preparo dos agentes educacionais. Parrat-Dayan (2008) conceitua a disciplina como “um conjunto de regras e obrigações de um determinado grupo social e que vem acompanhado de sanções nos casos em que os fundamentos e/ou obrigações forem desrespeitadas.”(p.20).


Para Tiba (1996), a disciplina escolar é um conjunto de regras que necessitam ser obedecidas pro êxito do aprendizado escolar. Desta maneira, ela é uma característica de relacionamento humano entre o corpo docente e os alunos em uma sala de aula e, consequentemente, na instituição. De acordo com Paulo Freire, há uma marcante diferença entre obediência, indisciplina e autodisciplina.



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Eu começaria por relatar que, para mim, toda disciplina envolve autodisciplina. Não há obediência que não gere ao mesmo tempo o movimento de dentro para fora, como não há uma obediência verdadeira se não há prática. O sujeito da obediência necessita de http://www.ehow.com/search.html?s=concursos . http://www.msnbc.com/search/concursos que há duas disciplinas, em conexão algumas vezes contraditória, que marcam a diferença com a indisciplina. Isto é, pela indisciplina, tu não tens autodisciplina nem obediência. Isto é, a indisciplina é a licenciosidade, é o fazer o que quero, por causa de desejo.


A obediência é fazer o que posso, o que devo e o que preciso fazer. Fazer o que é possível na obediência, tornar possível o que sem demora é inadmissível diz respeito necessariamente à vida interior da pessoa. É desta maneira que eu vejo o movimento interno e externo da obediência. E para essa finalidade acho que a presença da autoridade é definitivamente indispensável. Percebe-se que no fato atual existe uma visão equivocada da figura do inspetor como integrante da equipe escolar.


Conclui-se que a mudança de paradigma para um novo espiar sobre o papel desse profissional é imprescindível. Finoto (2010), afirma que a Inspeção Escolar aparece, pela primeira vez, pela legislação do Ensino em 1932, pela reforma de Campos do Ensino Secundário (Decreto - Lei nº. Em 1934 surge a figura do Fiscal Infinito responsável pela inspeção dos estabelecimentos de ensino normal do Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais (Decreto nº11. 1974, pela vigência da Lei Estadual nº 6. 277/73 - 1º Estatuto do Magistério (Cf. parágrafo único do post 10, do Decreto nº.


Em 1942 a 1946 surgem imensas Leis Orgânicas, todavia a única que tratava da Inspeção é a Lei Orgânica do Ensino Secundário conforme o Decreto - Lei nº. Quando a lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº. Tão logo foi efetivada a transparência para Cinco Cursos Para quem Ama Trabalhar Sozinho responsabilidade dos Estados, dos encargos de autorizar o funcionamento, discernir e inspecionar os estabelecimentos de ensino médio, conforme Portaria Ministerial nº. 713, de 30/11/1967 e Aviso MEC, nº. 652 GB, de 14/12/1967, a Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais baixou a Portaria nº.


91/68 de 27/04/1968, estabelecendo normas para a inspeção eterno dos estabelecimentos de ensino médio do Sistema Estadual de Ensino. Na realidade, antes da Reforma Universitária de 1968, Lei nº. 5.540 de 28/11/ 1968, a inspeção era feita por elementos sem habilitação específica. Diante disso, a inspeção poderia ser exercida no Estado, por professores de ensino médio e até por portadores de diploma de curso superior, diversas vezes sem nenhuma ligação direta com os problemas educacionais. E ainda houve época em que a inspeção dos estabelecimentos do antigo ensino secundário era feito por elementos a quem competia tão só fiscalizar provas exames e assinar papéis que não tinham nenhuma finalidade prática e efetiva para a faculdade.


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